Tristeza
(Heitor dos Prazeres)
Por favor vai embora
A minha alma que chora
Está vendo o meu fim
Fez do meu coração
A sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar aquela
Vida de alegria
Quero de novo cantar
la ra rara, la ra rara
la ra rara, rara
Quero de novo cantar
terça-feira, 23 de junho de 2009
Amor Eterno
domingo, 7 de junho de 2009
Maximiano
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O fotógrafo lambe-lambe, também conhecido como fotógrafo de jardim, por utilizar muitas vezes um jardim para o fundo das fotos, é um profissional em extinção. Presente a partir do século XIX nos espaços públicos das cidades brasileiras, teve um papel importante na popularização da fotografia no Brasil.
Existem algumas explicações para a origem do termo: lambia-se a placa de vidro para saber qual era o lado da emulsão ou se lambia a chapa para fixá-la. Ou a origem pode estar ligada ao antigo processo da ferrotipia
terça-feira, 26 de maio de 2009
Urubu, por que não?
Urubu, por que não?, upload feito originalmente por pqueirozribeiro.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Urubu-rei (Sarcoramphus papa) é uma ave de rapina da família Cathartidae. Habitante de zonas tropicais a semi-tropicais, até altitudes de 400 metros, desde o México à República da Argentina, e em todo o Brasil, onde sua caça é proibida, pois é considerada uma ave importante na limpeza do meio ambiente, quando muitos animais são exterminados por doença, o urubu ajuda a controlar a epidemia comendo os animais mortos e agonizantes. Tem cabeça e pescoço nus, pintados de vermelho, amarelo e alaranjado, a parte superior do corpo amarelo-clara, esbranquiçada, asas e cauda pretas, o lado inferior branco, com plumagem branca e negra. Possui uma envergadura que varia de 170 a 198 cm e peso que oscila de 3 a 5 kg, medindo cerca de 85 cm de comprimento. Na natureza tem poucos predadores naturais, mas, devido à baixa reprodutividade da espécie e à degradação do seu habitat, é uma espécie cada vez mais rara de se observar. Também é conhecido como corvo-branco, urubu-real, urubu-branco, urubutinga, urubu-rubixá e iriburubixá.
domingo, 24 de maio de 2009
Chico Mendes, de emocionar.
Para quem conhece a sua história, ler essa placa, não pode deixar de se emocionar. Uma morte prevista como anunciada. Aqui deixo a minha pequena homenagem.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
O instante contínuo.
Para ler de uma só vez. Excelente livro para quem gosta de fotografia. Geoff Dyer não entende nada de fotografia e no entanto escreveu um livro cheio de lógicas. Uma história particular da fotografia. Aqui me encontro no "borestão" curtindo e de pernas para o ar.
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To read once only. Excellent book for those who likes to photograph. Geoff Dyer does nothing of photography and however wrote a book full of logical. History Particular of the photograph. Here I am in "borestão" enjoying and legs the air
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Experimental: Se joga no lixo.
Foto daqueles arames flexíveis de fechamento de saco de pão de forma.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Nascendo o dia.
No fundo o sol nasce na Serra da Tijuca. Conforme vai chegando o inverno, o nascimento do sol visto daqui, sai do mar, e vai em direção da Serra.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Pesca do Guris
Com uma pequena câmera Panasonic DCM-LX2, Lumix, f.2.8, lente Leica, minha companheira de bolso na caminhada diária pela praia, surpreendi os dois guris, bem cedinho, acabando de pescar um Pampo, Achei muito legal a alegria dos meninos pela sorte. Pedi para tirar uma foto e um deles perguntou se iria sair na "Record". Fiz também uma experiência com a monocromática utilizando o HUE/SATURATION do PS.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Jardim Botânico - Vitórias-Regias
Jardim Botânico
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Se procura a lenda, consulte Lenda da vitória-régia.
Como ler uma caixa taxonómica
Vitória-régia
Vitórias Régias no Museu Paraense Emílio Goeldi
Vitórias Régias no Museu Paraense Emílio Goeldi
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Nymphaeales
Família: Nymphaeaceae
Género: Victoria
Espécie: V. amazonica
Nome binomial
Victoria amazonica
(Poepp.) Sowerby
A vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica. Ela possui uma grande folha em forma de círculo, que fica sobre a superfície da água, e pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.
Sua flor (a floração ocorre desde o início de março até julho) é branca e abre-se apenas à noite, a partir das seis horas da tarde, e expelem uma divina fragrância noturna adocicado do abricó, chamada pelos europeus de "rosa lacustre", mantem-se aberta até aproximadamente as nove horas da manhã do dia seguinte. No segundo dia, o da polinização, a flor é cor de rosa. Assim que as flores se abrem, seu forte odor atrai os besouros polinizadores (cyclocefalo casteneaea), que a adentram e nelas ficam prisioneiros. Hoje existe o controle por novas tecnologias (adubação e hormônios)em que é possível controlar o tamanho dos pratos e com isso é muito usada no paisagismo urbano tanto em grandes lagos e pequenos espelhos d'água.
Outros nomes: irupé (guarani), uapé, aguapé (tupi), aguapé-assú, jaçanã, nampé, forno-de-jaçanã, rainha-dos-lagos, milho-d'água e cará-d'água. Os ingleses que deram o nome Vitória em homenagem à rainha, quando o explorador alemão a serviço da Coroa Britânica Robert Hermann Schomburgk levou suas sementes para os jardins do palácio inglês. O suco extraído de suas raízes é utilizado pelos índios como tintura negra para os cabelos. Também utilizada como folha sagrada nos rituais da cultura afro brasileira e denominado como Oxibata.
Ela pode suportar o peso de um jacaré bebê.
Jardim Botânico - Casa dos Pilões, da janela.
Museu-Sítio Arqueológico Casa dos Pilões
Origem
A Casa dos Pilões era uma das unidades de produção da Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas. A Fábrica de Pólvora desempenhou um papel de vital importância para a segurança do Império do Brasil, como responsável pela produção do explosivo que abastecia todo o mercado brasileiro. Na Oficina do Moinho dos Pilões realizava-se a etapa mais perigosa do processo de produção do explosivo - a compactação da pólvora.
1831- Desativação e Reformas
Após sua desativação, em 1831, a edificação sofreu várias reformas e teve diversas utilizações, entre as quais a de residência e laboratório do botânico Dr. João Geraldo Kuhlmann e, após sua morte, a de Museu Kuhlmann.
Hoje - Museu-Sítio Arqueológico
Em 1984, houve a confirmação da existência do sítio arqueológico da Oficina do Moinho de Pilões. Os resultados obtidos nas prospecções nortearam a definição do novo uso do imóvel como " Museu-Sítio Arqueológico Casa dos Pilões". Além do próprio prédio, onde uma maquete simulao funcionamento da oficina, uma exposição permanente apresenta objetos e fragmentos encontrados nas escavações arqueológicas.
Casa dos Pilões - Paulo Sérgio Matto
Jardim Botânico
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. />Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais. Majoritariamente epífitas, as orquídeas crescem sobre as árvores, usando-as somente como apoio para buscar luz; não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material em decomposição que cai das árvores e acumula-se ao emaranhar-se em suas raízes. Elas encontram muitas formas de reprodução: na natureza, principalmente pela dispersão das sementes mas em cultivo pela divisão de touceiras, semeadura in-vitro ou meristemagem.
A respeito da enorme variedade de espécies, pouquíssimos são os casos em que se encontrou utilidade comercial para as orquídeas além do uso ornamental. Entre seus poucos usos, o único amplamente difundido é a produção de baunilha a partir dos frutos de algumas espécies do gênero Vanilla, mas mesmo este limitado pela produção de um composto artificial similar de custo muito inferior. Mesmo para ornamentação, apenas uma pequena parcela das espécies é utilizada, pois a grande maioria apresenta flores pequenas e folhagens pouco atrativas. Por outro lado, das espécies vistosas, os orquidicultores vêm obtendo milhares de diferentes híbridos de grande efeito e apelo comercial.
Apesar da grande maioria das espécies não serem vistosas, o formato intrigante de suas flores é muito atrativo aos aficcionados que prestam atenção às espécies pequenas. Como nenhuma outra família de plantas, as orquídeas despertam interesse em colecionadores que ajuntam-se em associações orquidófilas, presentes em grande parte das cidades por todo o mundo. Estas sociedades geralmente apresentam palestras frequentes e exposições de orquídeas periódicas, contribuindo muito para a difusão do interesse por estas plantas e induzindo os cultivadores profissionais a reproduzir artificialmente até espécies que poucos julgariam ter algum valor ornamental, contribuindo para diminuir a pressão sobre a coleta das plantas ainda presentes na natureza.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sexta dos espinhos.
Meus espinhos.
Estão sempre dentro de mim
Me fazem pensar
Me tocam
Me incomodam
Me machucam
Mas me fazem sempre lembrar.
Que mais dores ainda estão por vir.